O valor do contrato entre a Fundação Universidade do Tocantins (Unitins) e a Fundação Universa, de Brasília, para a elaboração das provas do concurso do Quadro Geral do Tocantins é de R$ 1.370.051,20. O valor é o triplo do informado pela instituição ao Jornal do Tocantins no dia 25 de fevereiro. Naquela data, atendendo a ofício enviado pelo JTo, a reitora Jucylene Borba forneceu extrato do contrato revelando ter pago R$ 445.120,00. Ontem, novo extrato publicado no Diário Oficial do Estado , além desse valor, agora apontado apenas para a elaboração de 2.140 questões, constam ainda custos de R$ 5,25 para cada caderno de provas impressos pela Universa, totalizando R$ 548.688,00 e mais R$ 3,60 por cada gabarito impresso, alcançando R$ 376.243,20.
Entretanto, os dois extratos não revelam a data do contrato nem especificam se outros serviços, como análises de recursos do candidatos, transporte das provas de Brasília para Palmas estão inclusos.
Porém, em entrevista ao JTo, ontem, Jucylene afirma que todos estes serviço estão incluso no valor do novo extrato. “Esse valor foi retificado por erro de formatação, onde não foi colocado alguns elementos, quando verificamos essas incorreções na sexta-feira eu solicitei a retificação, só hoje (ontem) foi publicado”. E disse que os detalhamentos do contrato está em análise jurídica na Procuradoria do Estado.
A reitora explicou ainda que a Universa transportou as provas até a Capital e a Unitins só as recebeu às 6 horas do dia 15 de fevereiro, data da prova.
Pagamentos
Sobre gastos com a logística do concurso, a instituição ainda levanta dados. “Para termos uma real noção do que já foi pago, do que ainda falta ser e do que pode ou não ter de saldo remanescente”, esclareceu, ao detalhar que a Unitins já recebeu R$ 3,7 milhões da Secad. A outra parcela, afirmou, será repassada na conclusão do certame. “Vamos receber um pouco mais de R$ 5 milhões, conforme divulgado pela Secad”.Jucylene não soube informar quanto foi pago à comissão anterior e, em relação à atual comissão disse que não estabeleceu nenhum valor e nenhum tipo de pagamento. “Precisamos do retorno da procuradoria, pois, como disse antes, a Unitins tem uma normativa interna que permite o pagamento dos servidores que trabalharam na comissão”.
Investigação
Segundo a reitora, além da substituição da comissão, o outro procedimento administrativo determinado pelo Governo do Estado para apurar as supostas irregularidades que levaram um servidor a denunciar o certame ao Ministério Público Estadual (MPE) ainda não foi instaurado. Jucylene disse ter encaminhado a documentação a que teve acesso com referência a pagamentos da comissão anterior organizadora do concurso, dos seus membros, da equipe de suporte para a Procuradoria. Somente após o retorno do órgão, será avaliado a necessidade de instaurar um processo administrativo ou não.
Entretanto, os dois extratos não revelam a data do contrato nem especificam se outros serviços, como análises de recursos do candidatos, transporte das provas de Brasília para Palmas estão inclusos.
Porém, em entrevista ao JTo, ontem, Jucylene afirma que todos estes serviço estão incluso no valor do novo extrato. “Esse valor foi retificado por erro de formatação, onde não foi colocado alguns elementos, quando verificamos essas incorreções na sexta-feira eu solicitei a retificação, só hoje (ontem) foi publicado”. E disse que os detalhamentos do contrato está em análise jurídica na Procuradoria do Estado.
A reitora explicou ainda que a Universa transportou as provas até a Capital e a Unitins só as recebeu às 6 horas do dia 15 de fevereiro, data da prova.
Pagamentos
Sobre gastos com a logística do concurso, a instituição ainda levanta dados. “Para termos uma real noção do que já foi pago, do que ainda falta ser e do que pode ou não ter de saldo remanescente”, esclareceu, ao detalhar que a Unitins já recebeu R$ 3,7 milhões da Secad. A outra parcela, afirmou, será repassada na conclusão do certame. “Vamos receber um pouco mais de R$ 5 milhões, conforme divulgado pela Secad”.Jucylene não soube informar quanto foi pago à comissão anterior e, em relação à atual comissão disse que não estabeleceu nenhum valor e nenhum tipo de pagamento. “Precisamos do retorno da procuradoria, pois, como disse antes, a Unitins tem uma normativa interna que permite o pagamento dos servidores que trabalharam na comissão”.
Investigação
Segundo a reitora, além da substituição da comissão, o outro procedimento administrativo determinado pelo Governo do Estado para apurar as supostas irregularidades que levaram um servidor a denunciar o certame ao Ministério Público Estadual (MPE) ainda não foi instaurado. Jucylene disse ter encaminhado a documentação a que teve acesso com referência a pagamentos da comissão anterior organizadora do concurso, dos seus membros, da equipe de suporte para a Procuradoria. Somente após o retorno do órgão, será avaliado a necessidade de instaurar um processo administrativo ou não.
Fonte: Jornal do Tocantins
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